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Gestão de clientes: como organizar sua base e vender mais

iFoodAutor: iFood
Publicado: 05/02/2026

Em um sábado à noite, o celular vibra sem parar. Entradas, pratos principais, bebidas. O delivery acelera o ritmo da cozinha e do caixa. Nesse cenário, muitos negócios concentram energia no pedido que acabou de chegar. Poucos param para olhar quem está do outro lado da tela. E é aí que a gestão de clientes começa a fazer falta.

Cuidar da base de clientes não serve apenas para grandes redes. Um restaurante pequeno, uma hamburgueria de bairro ou até quem vende por WhatsApp sente o impacto quando entende melhor quem compra, com que frequência e por quê. 

A gestão de clientes organiza essa relação e transforma dados simples em decisões mais seguras.

O que é gestão de clientes e por que ela é importante?

Gestão de clientes é o conjunto de práticas usadas para organizar, analisar e acompanhar informações sobre quem compra do seu negócio. Isso inclui dados básicos, histórico de pedidos, preferências, frequência de compra e canais de contato.

No delivery, essa organização ganha ainda mais peso. Diferente do salão, onde o contato é direto, a relação acontece por telas. Se o restaurante não registra informações, cada pedido vira um evento isolado. Nada se acumula e nada se aprende.

Quando a base de clientes está organizada, decisões deixam de ser intuitivas. O cardápio passa a refletir o que mais sai. As promoções conversam com quem realmente compra. O atendimento fica mais consistente. 

Além disso, o gestor consegue identificar clientes fiéis, entender quedas na recompra e agir antes que o movimento diminua.

Como fazer gestão de clientes na prática?

Na prática, a gestão de clientes começa simples. Não exige sistemas caros nem processos complexos.

O primeiro passo é o registro de informações. Nome, telefone, canal de compra e data do pedido já criam uma base inicial. No delivery, plataformas como o iFood e WhatsApp facilitam esse ponto de partida.

Depois vem a segmentação. Nem todo cliente compra do mesmo jeito. Alguns pedem toda semana. Outros aparecem apenas em promoções. Separar esses grupos ajuda a direcionar ações com mais precisão.

O histórico de compras entra como terceiro pilar. O que a pessoa costuma pedir? Qual o ticket médio? Há preferência por combos ou pratos individuais? Esses dados revelam padrões que nem sempre aparecem no dia a dia corrido.

Por fim, vale acompanhar o comportamento. Avaliações, mensagens enviadas, reclamações e elogios dizem muito. Um cliente que reclama e volta demonstra confiança. Um que some após um problema acende um alerta.

Com esses quatro pontos organizados, a gestão deixa de ser abstrata e passa a fazer parte da rotina.

Quais ferramentas usar para fazer gestão de clientes?

Não existe uma ferramenta única ideal. A escolha depende do tamanho do negócio e do volume de pedidos.

Planilhas funcionam bem no início. Simples, acessíveis e fáceis de adaptar. Elas ajudam a registrar dados básicos e acompanhar métricas iniciais.

Um CRM simples entra em cena quando o volume cresce. Essas ferramentas centralizam informações e organizam históricos. Para muitos restaurantes, versões básicas já resolvem grande parte das demandas.

O WhatsApp Business merece destaque. Etiquetas, mensagens automáticas e listas de transmissão ajudam a organizar contatos e manter comunicação ativa. No delivery, ele vira um canal de relacionamento, não apenas de pedidos.

O mais importante não é a ferramenta em si, mas a consistência no uso.

Quais são os principais desafios na gestão de clientes?

O primeiro desafio costuma ser a falta de dados organizados. Informações até existem, mas ficam espalhadas entre aplicativos, anotações e memória do time.

Outro ponto crítico é o atendimento inconsistente. Sem histórico, cada interação começa do zero. O cliente sente isso. A experiência perde continuidade.

O registro manual também pesa. Quando depende apenas da boa vontade da equipe, falhas aparecem. Dados ficam incompletos ou desatualizados.

Por fim, há a comunicação não segmentada. Mensagens genéricas enviadas para toda a base tendem a gerar pouco retorno. Em alguns casos, até incomodam. Falar com todo mundo do mesmo jeito raramente funciona.

Reconhecer esses desafios ajuda a enfrentá-los com mais clareza.

Métricas essenciais de gestão de clientes

Algumas métricas funcionam como termômetro da relação com o cliente.

A frequência de compra mostra o ritmo de retorno. Quando cai, algo merece atenção.

O LTV (Lifetime Value) estima quanto um cliente gera de receita ao longo do tempo. Ele ajuda a entender quanto vale investir em retenção.

Já a taxa de recompra indica fidelidade. Percentuais baixos revelam uma base que gira rápido demais.

O NPS, por sua vez, traduz percepção. Clientes satisfeitos tendem a indicar, ao passo que insatisfeitos, a se afastar.

A avaliação média, comum nos apps de delivery, influencia diretamente novos pedidos. Pequenas quedas já afetam a conversão.

Por fim, o ticket médio ajuda a planejar combos, promoções e ajustes no cardápio.

Juntas, essas métricas contam uma história mais completa do negócio.

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Perguntas Frequentes

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