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Culinária asiática: o que é, tipos, pratos famosos e adaptações no Brasil

iFoodAutor: iFood
Publicado: 09/02/2026

A culinária asiática ocupa hoje um espaço curioso no Brasil. Ao mesmo tempo em que parece familiar (afinal, sushi e yakisoba já fazem parte do cotidiano de muitas cidades), ela ainda carrega um ar de descoberta. 

Há algo de novo em cada prato. Um aroma diferente, um tempero que foge do óbvio. E é justamente essa combinação de proximidade e surpresa que desperta tanto interesse.

Ao longo deste texto, a proposta é clara: explicar o que define a culinária asiática, apresentar suas principais vertentes, destacar os pratos mais conhecidos no Brasil e, por fim, mostrar como essa gastronomia se adapta ao nosso paladar sem perder identidade. 

Confira!

O que é culinária asiática e o que a caracteriza?

A culinária asiática é a que provém da Ásia, maior continente do planeta. Abriga culturas milenares, climas extremos e hábitos alimentares muito distintos entre si. Ainda assim, alguns traços se repetem e ajudam a entender o conceito como um todo.

O primeiro deles é a valorização dos ingredientes. Em muitas cozinhas asiáticas, o alimento não entra na receita para ser escondido por molhos pesados. Ele aparece. 

O sabor natural conta, o corte importa e o ponto de cocção faz diferença. Um peixe fresco no Japão, por exemplo, pede precisão quase cirúrgica; já um vegetal na cozinha chinesa entra na panela por poucos minutos, tempo suficiente para manter textura e cor.

Além disso, há um forte protagonismo dos ingredientes aromáticos. Gengibre, alho, cebolinha, capim-limão, coentro, curry, cardamomo. Cada um cumpre uma função específica. Nada está ali por acaso. O aroma prepara o paladar antes mesmo da primeira garfada.

Outro ponto central é o equilíbrio. Doce, salgado, ácido e picante convivem no mesmo prato. Às vezes em camadas sutis. Às vezes de forma mais intensa. Esse jogo de contrastes cria profundidade. 

Um curry indiano, por exemplo, aquece, perfuma e conforta ao mesmo tempo. 

Por fim, existe uma relação íntima entre comida e cultura. Comer, em muitos países asiáticos, representa cuidado, respeito e convivência. A refeição organiza o dia e aproxima as pessoas.

Quais são os principais tipos de culinária asiática?

Apesar de dividirem alguns princípios, as cozinhas asiáticas seguem caminhos próprios. E é aí que o assunto fica interessante.

A culinária japonesa se apoia na simplicidade e na precisão. O foco está no frescor dos ingredientes, no arroz bem preparado e na estética do prato. Peixe cru, caldos claros e sabores limpos definem grande parte dessa gastronomia e o exagero quase nunca entra em cena.

A chinesa, por outro lado, trabalha com intensidade e diversidade. O país abriga várias cozinhas regionais, cada uma com identidade própria. 

Há pratos mais adocicados, outros extremamente picantes, além de técnicas como saltear em alta temperatura, cozinhar no vapor e fritar rapidamente.

A culinária coreana chama atenção pela força dos fermentados. O kimchi é o exemplo mais conhecido, mas não o único. Molhos profundos, sabores marcantes e refeições compartilhadas definem esse estilo. É comida que ocupa espaço no paladar.

Já a tailandesa aposta no contraste direto. Ácido e picante aparecem com frequência. O uso de ervas frescas cria leveza, mesmo em pratos intensos.

A indiana segue outro caminho. Especiarias dominam a cena. Misturas complexas, cozimentos longos e pratos encorpados fazem parte da rotina. É uma cozinha muito ligada a rituais e tradições religiosas.

Por fim, a vietnamita equilibra frescor e conforto, com caldos aromáticos, ervas frescas e proteínas leves que se combinam de forma quase intuitiva. 

Essa diversidade explica por que a culinária asiática nunca se esgota. Sempre há algo novo para explorar.

Quais pratos asiáticos são mais conhecidos no Brasil?

No Brasil, alguns pratos já deixaram de ser novidade.

Sem dúvidas, o sushi lidera essa lista. Seja em restaurantes especializados ou em versões mais adaptadas, o prato conquistou espaço. O mesmo vale para o sashimi, o temaki e outras variações japonesas.

Em 2025, cerca de 33 milhões de pedidos no iFood envolveram sushis, sashimis ou temakis. São mais de 122 mil pedidos por dia. 

O ramen também ganhou popularidade. O caldo quente, o macarrão elástico e os acompanhamentos criam uma refeição completa, perfeita para dias frios ou para quem busca conforto.

O yakisoba talvez seja o exemplo máximo de adaptação. Presente em festas, feiras e restaurantes populares, ele ganhou outras opções, como legumes extras, carnes variadas e molhos mais adocicados.

Outros pratos também começaram a aparecer com mais força:

  • O curry, em versões indianas ou tailandesas, já figura em cardápios urbanos;
  • O pad thai conquistou quem gosta de massas;
  • O pho atrai curiosos em busca de algo leve e aromático;
  • O bibimbap chama atenção pela apresentação colorida e pela mistura de texturas;
  • Já o frango xadrez segue firme como porta de entrada para a cozinha chinesa.

Esses pratos aproximam o público brasileiro de sabores que antes pareciam distantes.

Como adaptar a culinária asiática para o paladar brasileiro

Adaptação não significa descaracterização. Significa leitura de contexto.

No Brasil, alguns ingredientes asiáticos ainda custam caro ou são difíceis de encontrar. Nesse cenário, substituições fazem sentido. 

  • Shoyu comum pode entrar no lugar de versões mais complexas;
  • Legumes locais cumprem bem o papel de vegetais orientais;
  • Peixes nacionais funcionam em preparos crus, desde que frescos e bem tratados.

O nível de picância também merece atenção. Muitos pratos asiáticos pedem pimenta em abundância. Para o paladar brasileiro médio, versões mais suaves facilitam a aceitação. A pimenta entra depois, à mesa, para quem deseja intensidade extra.

Outro ponto é a combinação com hábitos locais. Arroz e feijão seguem fortes por aqui. Alguns restaurantes já exploram pratos asiáticos como acompanhamento, e não como refeição principal. Essa estratégia aproxima sem causar estranhamento.

No fim, a adaptação bem-feita respeita a essência do prato e dialoga diretamente com quem vai comer. Simples assim.

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