Comece a vender churros com investimento entre R$ 500 e R$ 1.500, calcule o custo por unidade, defina margem de lucro e descubra como ampliar o alcance do seu negócio no delivery.
Saber como fazer churros para vender é uma das portas de entrada mais acessíveis para quem quer empreender no ramo de alimentação. A receita é simples, os ingredientes são baratos e o equipamento básico cabe em qualquer cozinha doméstica, o que torna esse doce uma boa alternativa para gerar renda com pouco investimento inicial.
Para sair da produção artesanal e construir um negócio que cresce de forma sustentável, alguns passos fazem a diferença ao longo do caminho. Receita padronizada, cálculo correto de custo, embalagem adequada para o delivery e presença em canais que ampliam o alcance ajudam a transformar a venda esporádica em uma operação consistente.
A seguir, você confere a receita completa, o cálculo de custo e precificação, dicas de embalagem para o delivery e estratégias para crescer no app. Vamos lá?
O que você vai ver:
- Receita base de churros para vender
- Equipamentos essenciais para começar
- Cálculo de custo por unidade e precificação
- Como manter o churros crocante na entrega?
- Erros comuns ao vender churros
- Como divulgar o negócio de churros?
- Crescimento com o iFood
- Como o iFood apoia quem está começando?
- Comece seu negócio de churros e cresça com o iFood!
- Perguntas frequentes sobre como fazer churros para vender
Receita base de churros para vender
A receita abaixo rende em média de 25 a 30 unidades médias (15 cm de comprimento) e serve como ponto de partida para qualquer operação comercial. Os ingredientes são baratos, fáceis de encontrar e o modo de preparo dura cerca de 40 minutos.
Ingredientes da massa
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo (cerca de 240 g);
- 2 xícaras (chá) de água (cerca de 480 ml);
- 2 colheres (sopa) de açúcar;
- 1 colher (sopa) de manteiga;
- 1 pitada de sal;
- 2 ovos;
- Óleo para fritar (cerca de 1 litro).
Ingredientes para a cobertura
- 1 xícara (chá) de açúcar refinado;
- 2 colheres (sopa) de canela em pó.
Recheios sugeridos (escolha um por lote)
- Doce de leite cremoso;
- Chocolate ao leite ou meio amargo derretido;
- Brigadeiro cremoso;
- Creme de avelã;
- Geleia de frutas vermelhas.
Modo de preparo passo a passo
- Prepare a base líquida: em uma panela média, junte a água, o açúcar, a manteiga e o sal. Leve ao fogo médio até ferver.
- Adicione a farinha: desligue o fogo, acrescente a farinha de uma só vez e mexa vigorosamente com colher de pau até formar uma massa homogênea e desgrudar da panela.
- Resfrie e acrescente os ovos: transfira a massa para uma tigela e deixe amornar por 5 minutos. Adicione os ovos um a um, batendo até a massa ficar lisa e elástica.
- Coloque a massa no saco de confeitar: transfira a massa para um saco de confeitar com bico estrela grande (de preferência o bico 1M ou 1B). Esse bico é o que dá o formato canelado clássico do churros.
- Aqueça o óleo: em uma panela funda, aqueça o óleo a 180°C. Para testar sem termômetro, coloque uma gota de massa: se ela subir formando bolhas, está pronta.
- Frite os churros: aperte o saco de confeitar diretamente sobre o óleo, formando tiras de 12 a 15 cm. Corte com tesoura ou faca. Frite até dourar (cerca de 2 a 3 minutos), virando uma vez.
- Escorra e empane: retire com escumadeira, escorra em papel toalha e passe imediatamente na mistura de açúcar e canela.
- Recheie: se quiser churros recheados, faça um furo na lateral com um bico de confeitar ou seringa de cozinha e preencha com o recheio escolhido.
Variações de cardápio
A partir da receita base, é possível criar uma linha de produtos com valor médio de consumo mais alto.
- Churros tradicional: apenas com açúcar e canela;
- Churros recheados: com doce de leite, chocolate ou brigadeiro;
- Churros gourmet: com recheios mais sofisticados, como creme de avelã, doce de leite argentino, pistache ou caramelo salgado;
- Combo churros: caixa com 4 a 8 unidades e mix de recheios;
- Churros + bebida quente: café, chocolate quente ou cappuccino.
A combinação com bebidas eleva o valor médio de consumo e cria uma percepção de experiência completa para o cliente. Em vez de vender o churros e a bebida separadamente, vale criar combos com nomes próprios, como “café da tarde” (4 churros tradicionais + café) ou “noite especial” (6 churros recheados + chocolate quente).
Essa estratégia funciona por dois motivos: o cliente percebe vantagem ao levar o conjunto em vez do item isolado, e você consegue dar saída a produtos complementares que talvez não vendessem sozinhos.
Para mais ideias, vale conferir 87 ideias de doces para vender e doces gourmet com boa margem.
Equipamentos essenciais para começar
A boa notícia para quem está começando é que os equipamentos para fazer churros cabem em qualquer cozinha doméstica, com investimento inicial baixo. Para montar a estrutura mínima de produção e venda, basta reunir alguns itens básicos que se complementam ao longo do processo.
Lista de equipamentos básicos
- Fritadeira ou panela funda: a fritadeira elétrica com termostato é a ideal, porque controla a temperatura de forma estável e garante uma fritura uniforme. O custo fica entre R$ 200 e R$ 600 em modelos domésticos profissionais. Para começar, uma panela funda comum também funciona bem e pode ser encontrada entre R$ 50 e R$ 150;
- Termômetro de cozinha: complementa a fritadeira ou a panela ao garantir que o óleo esteja na temperatura certa, o que é o fator principal para um churros bem frito por fora e macio por dentro. Custa entre R$ 30 e R$ 80;
- Saco de confeitar com bico estrela: define o formato canelado tradicional. O bico 1M ou 1B é o mais indicado, e os sacos descartáveis são mais higiênicos para operação comercial do que os reutilizáveis. O kit com saco e bicos sai entre R$ 20 e R$ 60;
- Escumadeira de aço inox: usada para retirar os churros do óleo no ponto certo, sem deformar a massa. Custa entre R$ 15 e R$ 40;
- Bandejas e papel toalha: servem para escorrer o excesso de óleo antes de empanar com a mistura de açúcar e canela. O investimento fica entre R$ 20 e R$ 50 no conjunto;
- Bicos de seringa ou bisnaga de confeitar: entram na etapa de recheio, depois que os churros já estão fritos e escorridos. Saem entre R$ 10 e R$ 30 a unidade;
- Embalagens: fecham a operação para o delivery, com caixas de papelão alimentício, sacos de papel kraft ou embalagens com janela transparente que valorizam a apresentação do produto. O custo unitário varia entre R$ 0,30 e R$ 2, conforme o modelo escolhido.
Vale lembrar: os valores apresentados são estimativas baseadas em referências gerais de mercado e podem variar conforme a região, o ponto de venda e o modelo escolhido. Antes de adquirir, vale pesquisar em diferentes fornecedores para encontrar a melhor relação entre custo e qualidade.
Investimento inicial estimado
O investimento inicial para começar a vender churros em casa costuma variar entre R$ 500 e R$ 1.500. Esse valor inclui os equipamentos básicos, a compra inicial de ingredientes e as primeiras embalagens para venda.
Para deixar a conta mais clara, veja um exemplo de como esse investimento se distribui em um cenário típico, com itens em faixas intermediárias de preço.
- Fritadeira elétrica com termostato: R$ 350;
- Termômetro de cozinha: R$ 50;
- Kit com saco de confeitar e bicos: R$ 40;
- Escumadeira de aço inox: R$ 25;
- Bandejas e papel toalha: R$ 35;
- Bicos de seringa ou bisnaga de confeitar: R$ 20;
- Primeira compra de ingredientes (farinha, açúcar, ovos, óleo, recheios): R$ 150;
- Primeira leva de embalagens para venda: R$ 80.
Nesse cenário, o investimento inicial fica próximo de R$ 750, valor que se encaixa dentro da média estimada para começar a operação.
Quem opta por equipamentos mais simples ou já possui alguns utensílios em casa pode iniciar com um valor menor. Já quem prefere montar uma estrutura mais profissional desde o começo tende a investir mais em equipamentos e acabamento da operação.
Como exige um investimento relativamente acessível em comparação com outros negócios do setor alimentício, vender churros costuma ser uma alternativa interessante para quem deseja começar a empreender sem grandes custos iniciais.
Cálculo de custo por unidade e precificação
Uma das maiores dificuldades para quem começa a vender doces está na definição do preço de venda. Muitas vezes, o cálculo considera apenas os ingredientes principais e deixa de lado outros custos que também fazem parte da produção.
Para evitar esse erro, o ideal é calcular o custo completo de cada unidade antes de definir o preço final. Duas fórmulas simples já ajudam bastante nesse processo.
- Custo por unidade = ingredientes + óleo + recheio + cobertura + embalagem;
- Preço de venda = custo direto × 3 (margem mínima recomendada para delivery).
A primeira fórmula ajuda a entender quanto realmente custa produzir cada churros. Já a segunda funciona como uma referência inicial para chegar a um preço que cubra os gastos da operação e ainda gere margem de lucro, especialmente em vendas por delivery.
Para fazer uma precificação mais precisa, também é importante separar os custos em categorias diferentes, considerando tanto os gastos diretos quanto os custos fixos do negócio.
Custos diretos: o que está dentro do produto
São os gastos que entram diretamente em cada churros produzido. É o tipo de custo mais fácil de calcular, porque você consegue medir o quanto cada ingrediente representa por unidade.
- Massa (farinha, água, manteiga, ovos, açúcar): R$ 0,40;
- Óleo (uso proporcional por unidade): R$ 0,20;
- Recheio (variável conforme o tipo): R$ 0,30 a R$ 0,80;
- Cobertura (açúcar e canela): R$ 0,10;
- Embalagem individual: R$ 0,30 a R$ 0,80.
O custo direto médio por unidade fica entre R$ 1,30 e R$ 2,30, dependendo do recheio e da embalagem escolhidos. Para chegar nesse valor, consideramos uma versão básica e uma mais elaborada, respectivamente.
- R$ 0,40 (massa) + R$ 0,20 (óleo) + R$ 0,30 (recheio simples) + R$ 0,10 (cobertura) + R$ 0,30 (embalagem simples) = R$ 1,30 por churros;
- R$ 0,40 (massa) + R$ 0,20 (óleo) + R$ 0,80 (recheio premium) + R$ 0,10 (cobertura) + R$ 0,80 (embalagem reforçada) = R$ 2,30 por unidade.
Dependendo da região, da marca dos ingredientes e do tipo de embalagem escolhida, esse valor pode se aproximar de R$ 2,60.
Custos indiretos: o que existe além do produto
São os gastos que não vão dentro do churros, mas existem para que o seu negócio funcione. Eles também precisam ser pagos com a venda, e por isso entram na conta.
- Gás de cozinha (consumo proporcional);
- Energia elétrica;
- Tempo de mão de obra (mesmo que seja o seu próprio trabalho);
- Taxa de entrega (quando aplicável);
- Comissão da plataforma (quando vende no iFood, por exemplo);
- Impostos (quando o negócio é formalizado como MEI ou ME).
Como definir o preço de venda?
Depois de somar os custos diretos, é hora de definir quanto cobrar por unidade. A regra geral para doces vendidos em delivery é aplicar uma margem de pelo menos 3 vezes o valor do custo direto. Isso significa que, se o custo direto de um churros é R$ 2,00, o preço de venda começa em R$ 6,00.
Esse valor pode parecer alto à primeira vista, mas é o que cobre todos os custos indiretos e ainda garante lucro real para a sua loja. Em produtos artesanais com diferenciação, como o churros gourmet, essa margem pode chegar a 4 ou 5 vezes o custo, porque o cliente está pagando por uma experiência mais elaborada.
Entendendo a diferença entre margem bruta e margem líquida
Quando você vende um churros por R$ 6,00 com custo direto de R$ 2,00, a diferença de R$ 4,00 é o que chamamos de margem bruta. Essa é a primeira fatia de “lucro” do negócio, mas ainda não é o que sobra de verdade.
Depois de pagar os custos indiretos (gás, energia, mão de obra, taxas, impostos), chegamos à margem líquida, que é o valor que realmente fica para você. Em um estabelecimento bem estruturado de doces no delivery, a margem líquida costuma ficar entre 35% e 50% do preço de venda.
Veja como isso fica em um exemplo prático.
- Custo direto de um churros recheado com doce de leite: R$ 2,00;
- Preço de venda com margem de 3 vezes o custo: R$ 6,00;
- Margem bruta por unidade: R$ 4,00.
Em um lote de 25 unidades vendidas, isso representa R$ 100,00 de margem bruta sobre R$ 50,00 de custo direto. Depois de descontar gás, energia, embalagens extras e taxas, sobra a margem líquida, que costuma representar entre 35% e 50% do preço de venda total. Esse é o valor que de fato entra como lucro do negócio.
Com os custos e as margens bem definidos, fica mais fácil pensar em como organizar os produtos no cardápio. Para montar um cardápio que vende, a regra é apresentar opções por faixa de preço: entrada (unidade ou combos pequenos), intermediário (caixa média, com recheios tradicionais) e gourmet (combo grande, com recheios mais sofisticados).
Como manter o churros crocante na entrega?
Manter o churros crocante no delivery exige atenção a alguns detalhes da operação, como usar embalagens com respiro, empanar o produto apenas no momento da saída do pedido, separar recheios e coberturas da massa quando possível e reduzir o tempo entre a fritura e a entrega.
Esse é um dos maiores desafios de quem vende churros por delivery, já que o vapor acumulado dentro da embalagem tende a comprometer a textura do produto durante o transporte.
Lojas que conseguem controlar bem esses pontos acabam se destacando da concorrência justamente por entregar uma experiência mais consistente e agradável para o cliente.
Embalagem com ventilação
A primeira dica é optar por caixas de papelão com pequenos furos laterais ou tampas com microperfurações. Esse tipo de ventilação permite que o vapor escape sem deixar o produto exposto, ajudando a preservar a textura e a crocância do churros até a entrega ao cliente.
Já embalagens totalmente fechadas, como sacos plásticos ou potes herméticos, não são as mais indicadas. Isso porque o vapor fica concentrado dentro da embalagem, gera condensação e acaba deixando o churros murcho e úmido.
Empanar no momento do despacho
Vale evitar empanar o churros logo após a produção e deixá-lo esperando. O ideal é fritar, escorrer, embalar e passar na mistura de açúcar e canela apenas quando o pedido estiver pronto para sair. Isso porque o açúcar e a canela, em contato prolongado com a superfície quente, acabam liberando umidade e tirando a crocância que tanto queremos manter.
Separar recheio da massa quando possível
Para entregas mais distantes, uma alternativa interessante é entregar o churros sem recheio e oferecer o doce em um pote separado. O cliente recebe os churros crocantes ao lado de potinhos de doce de leite, brigadeiro ou chocolate, e tem a experiência de “fazer o próprio churros” em casa.
Essa abordagem virou tendência e funciona bem como diferencial, porque transforma a entrega em um momento mais interativo para quem está do outro lado.
Tempo máximo do produto na embalagem antes da entrega
O ideal é que o churros chegue ao cliente em até 25 minutos após sair do óleo. Depois desse período, mesmo com uma boa embalagem, a tendência é que ele perca parte da crocância.
Por isso, no delivery por aplicativo, vale organizar a operação para iniciar a fritura apenas quando o pedido for confirmado. Assim, o produto não fica parado esperando o entregador, o que ajuda a manter a qualidade até a entrega.
Preparação antecipada nos horários de pico
Em horários de maior movimento, como sextas e sábados à noite ou finais de tarde no inverno, pode valer a pena deixar parte da massa já preparada e armazenada em saco de confeitar refrigerado, pronta para fritar sob demanda. Esse cuidado agiliza a produção nos momentos de alta sem comprometer a qualidade final do churros.
Além disso, organizar previamente recheios, embalagens e ingredientes ajuda a reduzir atrasos e melhora o fluxo da operação no delivery.
Para mais orientações sobre vendas por delivery e o que funciona, o blog do iFood reúne boas práticas que podem ser aplicadas a diferentes tipos de negócio.
Erros comuns ao vender churros
Mesmo com a receita dominada e a precificação ajustada, alguns erros recorrentes podem derrubar o resultado da sua loja. Conhecer esses pontos com antecedência ajuda a evitar tropeços e a manter a operação saudável desde o início.
Preço muito baixo
Cobrar abaixo do mercado para atrair clientes pode parecer uma boa estratégia no começo, mas tende a gerar margens apertadas e dificultar o crescimento da operação. Além disso, preços muito baixos podem transmitir uma percepção de baixa qualidade. Em vez de competir apenas pelo menor valor, vale investir em diferenciais simples, como uma boa apresentação, embalagem caprichada ou um atendimento mais próximo.
Inconsistência na qualidade
Receber um churros crocante em um pedido e outro murcho no seguinte prejudica a confiança do cliente. Para evitar isso, é importante padronizar receita, temperatura do óleo, tempo de fritura e forma de embalagem. Essa consistência é o que aumenta as chances de outros pedidos e fidelização.
Ignorar avaliações negativas
Comentários e avaliações no iFood e em outros canais funcionam como uma fonte importante de feedback. Responder com educação, reconhecer falhas e buscar soluções ajuda a construir uma reputação mais sólida. Já respostas defensivas ou a falta de retorno podem afastar novos clientes.
Cardápio limitado demais
Começar apenas com o churros tradicional é totalmente válido, mas manter o cardápio restrito por muito tempo pode limitar o crescimento das vendas. Aos poucos, vale incluir novos recheios, versões gourmet, combos ou produtos complementares, como café, chocolate quente e brigadeiros. Isso ajuda a aumentar o valor médio de consumo e diversificar o consumo.
Falta de identidade visual
Embalagens genéricas, sem logo, sem cor da marca e sem o nome do estabelecimento, deixam passar a oportunidade de fixar a memória do cliente. Mesmo embalagens simples ganham muito com adesivo personalizado, papel kraft com carimbo do logo ou sacola com etiqueta colorida.
Como divulgar o negócio de churros?
A receita está pronta, os custos foram calculados e a embalagem já passou no teste. Agora é hora de vender. As estratégias de divulgação se dividem em dois grupos: canais locais e canais digitais. O ideal é trabalhar os dois ao mesmo tempo, porque eles se complementam e ampliam o alcance do negócio sem precisar de grandes investimentos em mídia.
Divulgação local
Começar a divulgação pela própria vizinhança costuma ser uma das estratégias mais eficientes para quem está iniciando. Além de facilitar as primeiras vendas, isso ajuda a gerar confiança e aumentar as indicações espontâneas, que têm alto potencial de fidelização. Veja algumas formas de colocar isso em prática!
- Vizinhos e indicações: distribuir amostras nos primeiros dias para vizinhos, familiares e comércios próximos pode ajudar a atrair os primeiros clientes. Quando a experiência é positiva, as recomendações acontecem naturalmente e tendem a gerar novos pedidos com mais facilidade;
- Cartão ou tag com QR Code: materiais simples com QR Code direcionando para o WhatsApp ou para a loja no iFood facilitam o contato e o fechamento do pedido. Eles podem ser entregues junto aos pedidos ou deixados em condomínios e estabelecimentos parceiros da região;
- Parcerias com cafeterias e padarias: outra possibilidade é fornecer churros para revenda em cafeterias, padarias e outros comércios locais. Isso ajuda a aumentar o volume de vendas sem depender apenas da divulgação direta ao consumidor final.
Divulgação digital
Depois de fortalecer a presença local, os canais digitais ajudam a expandir o alcance do seu negócio e funcionam como uma vitrine disponível o tempo todo. No caso do churros, isso faz ainda mais diferença, já que a aparência do produto tem grande impacto na decisão do consumidor na hora de escolher o pedido.
Com boas fotos, publicações frequentes e canais de contato acessíveis, fica mais fácil atrair clientes, gerar pedidos e fortalecer a marca. Confira algumas estratégias!
- Instagram e TikTok: fotos e vídeos de churros costumam gerar bastante engajamento, principalmente quando mostram detalhes da fritura, da finalização e do recheio. Além de despertar desejo, esse tipo de conteúdo ajuda a aumentar a visibilidade do negócio;
- WhatsApp Business: criar uma lista de transmissão com clientes recorrentes é uma forma prática de manter o relacionamento ativo. O canal pode ser usado para divulgar novos sabores, promoções e horários de funcionamento;
- Grupos locais: participar de grupos de bairro e comunidades regionais nas redes sociais ajuda a divulgar o negócio para pessoas que já procuram produtos artesanais e opções próximas para delivery.
Crescimento com o iFood
Depois de consolidar as vendas locais, o iFood pode ajudar a ampliar o alcance do seu estabelecimento e aumentar o volume de pedidos. A plataforma conecta a sua loja a uma base de mais de 60 milhões de clientes em todo o Brasil, sem exigir grandes investimentos em mídia paga ou uma estrutura comercial complexa logo no início da operação.
Além da visibilidade dentro do aplicativo, a Central de Crescimento, disponível no Portal do Parceiro, reúne ferramentas como iFood Ads, Campanha Inteligente e cupons promocionais para ampliar a presença do seu negócio na plataforma. Na prática, isso permite que até quem começou vendendo churros em casa consiga atrair novos clientes e fortalecer o negócio desde os primeiros meses.
Hits iFood: encaixe natural com churros
A categoria Hits do iFood reúne produtos com bom custo-benefício, combinando preço acessível e alta demanda dentro da plataforma. O churros se encaixa naturalmente nesse perfil, já que tem baixo custo de produção, boa margem de lucro e um valor de pedido que costuma funcionar bem no consumo por impulso.
Além disso, é um produto com alta aceitação do público e que se adapta facilmente a diferentes momentos do dia, principalmente como sobremesa ou lanche no fim da tarde.
Para diversificar a oferta e ampliar o valor médio de consumo, vale entender como as sobremesas atraem clientes para as lojas. O churros pode entrar no cardápio de qualquer estabelecimento que já vende refeição principal, virando o “fechamento doce” do pedido.
Quando a operação atende aos critérios da categoria, passa a ganhar espaço em uma seção específica do aplicativo voltada para consumidores que buscam opções mais acessíveis. Isso aumenta a visibilidade da loja e pode contribuir para um volume maior de pedidos dentro da plataforma.
Como o iFood apoia quem está começando?
Empreender no ramo de alimentação desde o zero pode parecer arriscado, mas o ecossistema iFood ajuda a reduzir parte dessa incerteza ao oferecer estrutura pronta para captação de clientes, logística e capacitação.
Plano Entrega: foco só no produto
Com o Plano Entrega, você pode focar apenas no preparo dos churros, enquanto o iFood assume toda a logística com uma rede de mais de 400 mil pessoas entregadoras. Assim, você não precisa contratar entregador próprio nem cuidar da gestão de entregadores, e ainda conta com seguro contra fraudes oferecido pela plataforma.
iFood Decola: capacitação contínua
Se você está começando e quer aprender sobre administração, precificação, gestão de cardápio e estratégia de marketing, o iFood Decola disponibiliza cursos práticos voltados à realidade do delivery e do varejo. É uma base sólida para você profissionalizar a operação, saindo da venda artesanal e migrando para uma estrutura mais organizada.
Comece seu negócio de churros e cresça com o iFood!
Saber como fazer churros para vender é só o começo da jornada. A receita é o ponto de partida, mas o que transforma a produção artesanal em um negócio real são as decisões que vêm depois: precificação correta, embalagem adequada ao delivery, cardápio variado e canais de venda que ampliem o alcance.
O iFood entra exatamente nessa fase. Conectando o seu negócio a uma base de mais de 60 milhões de clientes e a uma rede de mais de 400 mil pessoas entregadoras, o ecossistema cria as condições para que cada operação faça parte de algo maior: uma transformação contínua no universo da alimentação brasileira. Você encontra suporte de marketing pela Central de Crescimento, logística estruturada pelo Plano Entrega e capacitação pelo iFood Decola , soluções construídas para tornar a sua rotina mais prática e a experiência do cliente final mais prazerosa.
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