RFID: o que é, como funciona e aplicações

RFID: entenda o funcionamento desta tecnologia e como ela pode ser implementada no delivery!

O uso do RFID facilita o trabalho de setores como a gestão e a logística, permitindo, por exemplo, que a equipe perca menos tempo com procedimentos manuais e repetitivos. Ele conta com utilidades semelhantes às do código de barras, mas é ainda mais eficiente que esse método de identificação.

Surgido em meio à Segunda Guerra Mundial para identificar aeronaves amigas e inimigas, o RFID, hoje, é um importante recurso para diversos setores do mercado, o que inclui o ramo alimentício. Ele tem muito a contribuir, inclusive, com a logística para delivery.

Entenda mais sobre o RFID!

O que é RFID e para que serve?

O RFID — Radio-Frequency Identification, ou identificação por radiofrequência — é uma tecnologia criada por Robert Watson-Watt, físico escocês comumente apontado como o inventor do radar. Em geral, ele é atualmente empregado na identificação de itens, com base em um microchip atrelado a uma etiqueta.

Em estoques, por exemplo, usa-se bastante o código de barras na identificação de mercadorias. Para isso, é preciso que o leitor tenha contato com o produto. Mas, com a tecnologia de comunicação da etiqueta RFID, isso não é necessário, pois essa identificação é feita por meio de radiofrequência.

O sistema de RFID

O sistema de identificação por radiofrequência faz a leitura dos dados em uma velocidade maior que a tecnologia voltada para o código de barras, podendo ler dados de muitos produtos de forma simultânea.

Para além da identificação por radiofrequência, essa tecnologia serve, também, para rastreio dos itens — algo de suma importância em termos de logística e segurança.

Um sistema de RFID usa sinais de rádio para procedimentos relacionados à identificação de produtos e pessoas, por exemplo. As etiquetas usadas trocam dados com uma base de transmissão, e um microchip previamente carregado com dados recebe sinais de rádio dessa base transmissora.

Além da etiqueta e da base transmissora, um sistema de RFID precisa de um software. Este será o responsável por receber, armazenar e tratar as informações recebidas pelas etiquetas, usando, para isso, a filtragem de dados. Essa filtragem é importante porque, na maioria das vezes, os dados que chegam ao software são mais do que ele precisa para uma operação específica.

Qual objetivo do RFID?

Empresas, comércios varejistas, indústrias e estabelecimentos alimentícios podem usar e se beneficiar do RFID, que é notável entre as tendências na logística. Ele promove um impacto direto, por exemplo:

Quem vende produtos e manuseia insumos de qualquer natureza precisa ter um controle preciso, a fim de evitar diversos problemas, como roubos, falsificações e perdas.

Além disso, à medida em que o trabalho manual se torna menos necessário em procedimentos de identificação, a tendência é que a produtividade geral do negócio aumente. Afinal, os profissionais ganham tempo para realizar tarefas mais estratégicas, que agreguem valor ao empreendimento.

Empresas também podem adotar o RFID para uma gestão em tempo real. Convém, também, destacar que o negócio pode significativamente reduzir custos com o amparo dessa tecnologia, visto que as etiquetas RFID têm elevada durabilidade e capacidade de reuso.

Por fim, um objetivo de suma importância do uso dessa tecnologia é o atendimento aos clientes com mais agilidade e qualidade. Em um comércio, o RFID pode reduzir ou até acabar com as longas filas, à medida em que a leitura dos itens sendo comprados é feita de modo rápido e simultâneo — até mesmo pelo próprio carrinho.

Quais os tipos de etiquetas RFID?

Existem três tipos de etiquetas RFID: ativa, passiva e semi-passiva. Elas são classificadas com base em seu funcionamento. Saiba mais a seguir!

Etiqueta ativa

A etiqueta ativa usa uma bateria para trocar dados. Isso permite a leitura de um grande volume de informações, e é possível, também, armazenar uma grande quantidade de dados de produtos em uma etiqueta ativa. Por outro lado, os custos de aquisição dessa etiqueta são mais elevados em relação aos demais tipos.

Etiqueta passiva

Ao contrário da etiqueta ativa, a passiva não usa bateria. Sua capacidade de armazenamento e troca de dados é menor, o que justifica o custo mais baixo. O circuito da etiqueta passiva é alimentado por ondas eletromagnéticas emitidas pela antena do leitor de RFID — o que significa que ela só deve ser usada na identificação a curta distância.

Etiqueta semi-passiva

Por fim, a etiqueta semi-passiva combina características de ambos os tipos descritos. Por mais que ela tenha uma bateria, o seu uso é limitado à alimentação interna do circuito — não é usada, portanto, na transmissão de dados. Isso demanda, por consequência, uma dependência maior do leitor RFID.

Quando e como um delivery pode usar a tecnologia?

Um delivery pode usar a tecnologia RFID para o rastreio dos pedidos enviados. Nesse sentido, uma das formas de informar ao cliente onde está seu pedido é por meio do envio de notificações. Isso ajuda a evitar inconvenientes, como uma situação em que o cliente não está em casa quando o pedido chega. Além disso, disponibilizar esse rastreio é uma forma de colocar o cliente no controle da situação, contribuindo para sua satisfação com o serviço.

Dado o contexto, os dados coletados também podem ser úteis na medição do desempenho das pessoas que fazem as entregas. Assim, quem consegue trabalhar com maior eficiência pode ser mais requisitado pelo delivery.

O uso da tecnologia RFID possibilita, ainda, aumentar a segurança de colaboradores que fazem a entrega, seja de moto, seja de bicicleta. Por meio do rastreamento do meio de transporte, é possível saber a localização exata deles. Assim, caso seja identificada uma possível situação de risco — por exemplo, com o veículo totalmente fora da rota —, é possível tomar alguma iniciativa, como acionar a polícia.

A identificação dos insumos necessários ao estoque também pode ser feita com mais eficiência com auxílio do RFID. Assim, a gestão de estoque tem mais facilidade no controle dos itens — contribuindo para o bom funcionamento das demais etapas de toda a logística, até a entrega do pedido.

O RFID (identificação por radiofrequência) é uma tecnologia que permite identificar itens diversos, ajudando, entre outras coisas, na gestão do estoque e prevenção de perdas. No delivery, ele pode, ao mesmo tempo, melhorar a experiência do cliente, aumentar a segurança do entregador e aprimorar o controle dos insumos utilizados. Portanto, é uma ferramenta muito útil.

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Por iFood

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