Snacking: saiba o que é

Já ouviu falar em snacking? Essa pode ser a escolha certa para ampliar o seu cardápio. Saiba mais neste post!

A indústria de alimentos é muito ampla e engloba diferentes tipos de negócio. Quem tem um restaurante, por exemplo, pode ir além dos pratos elaborados para as principais refeições do dia e apostar em saborosos lanches. A ideia é atender às pessoas que investem no snacking.

Muitos empreendedores dos serviços de alimentação têm percebido que as pequenas quantidades também são atrativas ao público, e que os lanchinhos no intervalo entre refeições fazem sucesso.

Saiba mais sobre os snacks e como aderir!

O que é snacking?

A palavra snack, do inglês, pode ser traduzida como “lanche”. Já snacking é a prática de lanchar. O termo se refere, portanto, à ingestão de comidas leves entre as refeições principais — café da manhã, almoço e jantar.

A expressão pode ser associada à boa e velha prática de “beliscar” um doce ou salgado para repor a energia ou, simplesmente, saciar a vontade. A categoria dos snacks abrange, ainda, as comidas usadas como petisco ou aperitivo antes de uma refeição completa.

Entram nessa categoria tanto os produtos naturais quanto os industrializados, o que significa que as porções podem ser mais ou menos saudáveis.

É fato que a vida moderna tem favorecido a escolha por lanches rápidos em diversas situações. Nesse cenário, muitos profissionais passaram a desenvolver receitas diferenciadas para oferecer em food service, a fim de lucrar com essa tendência.

Como funciona um cardápio de snacks?

O snacking costuma acontecer quando os clientes pedem alguma porção para forrar o estômago enquanto aguardam a chegada do prato principal. Torradas, bolinhos e batata frita são bons exemplos da categoria, já que normalmente não servem como refeição completa.

Mais alguns exemplos de snacks são:

  • mix de grãos e castanhas;
  • pipoca;
  • salgadinhos;
  • amendoim torrado;
  • biscoitos;
  • mini-sanduíches;
  • doces.

Esse tipo de comida geralmente é feito para ser consumido com as mãos e em poucas mordidas, como em bares e cinemas. O que tende a agradar o cliente, nesse contexto, é a praticidade para degustar os quitutes despreocupadamente.

Um cardápio de snacks deve apresentar os itens em pequenas porções. Os recipientes para acomodar os itens servidos variam: pode ir de tábuas a cumbucas que facilitem o manuseio da comida. A depender da consistência, do tamanho e da textura do alimento, também é possível oferecer palitos, colheres ou pequenos garfos, para espetar.

Quais tipos de pratos são classificados como snacks?

Quando o assunto é petisco, muita gente logo pensa nos doces e salgadinhos prontos do mercado. Embora essas opções sejam deliciosas, é possível fugir dessa lista e preparar lanches nutritivos para servir no seu estabelecimento. Eles não só valorizam o cardápio, como também atraem o interesse dos consumidores que buscam opções equilibradas.

Confira alguns exemplos de pratos classificados como snacks.

Frios e conservas

As famosas porções de queijos, frutas e embutidos entram na categoria dos alimentos feitos para beliscar. A dica é deixar a mistura bem variada para entregar ingredientes de qualidade, diversificando tanto os nutrientes como os sabores.

Dadinho de tapioca

O dadinho de tapioca cortado em cubos pequenos se torna irresistível quando acompanhado por uma boa geleia de pimenta.

Grão-de-bico assado

Está aí mais uma ótima receita para incluir em sua cozinha e surpreender o público. Basta cozinhar um pouco o grão-de-bico e depois assá-lo com azeite e especiarias, até que fique sequinho e crocante.

Legumes em tiras

Para quem não abre mão dos snacks frescos e saudáveis, os legumes cortados em tiras são muito bem-vindos. Palitinhos de cenoura e de pepino, por exemplo, ficam incríveis com molho de iogurte.

Caponata de berinjela

Uma porção de caponata pode ser combinada com pedaços de torrada para servir de tira-gosto em diversos estabelecimentos. Não há quem resista à mistura dos aromas dos produtos envoltos em azeite.

Chips de batata-doce

Sempre há aqueles clientes que apostam no tradicional. Nesse caso, para variar um pouco a batata frita ou a mandioca, a receita de chips de batata-doce pode ser uma boa alternativa.

Guacamole

Assim como a caponata, essa pasta pode ser ofertada com torradinhas ou até mesmo nachos. O importante é garantir que o cliente pegue pequenas porções sem ter muito trabalho.

Cookies

Outro exemplo de item doce que funciona bem como snack é o cookie. É possível produzir as unidades em vários sabores, como chocolate, doce de leite, nozes, aveia ou frutas — por exemplo, banana.

Quando e como oferecer snacks em seu estabelecimento?

O snacking está presente em inúmeras ocasiões, desde programas domésticos até grandes eventos. Isso abre oportunidades para quem quer se destacar na indústria de alimentos, seja ofertando porções no próprio estabelecimento, seja produzindo receitas sob encomenda para fazer entregas.

No estabelecimento, o cuidado começa com o atendimento atencioso para compreender os pedidos e fazer com que os pratos cheguem à mesa no tempo esperado, com as quantidades ajustadas ao grupo. Lembre-se de que as pessoas desejam algo rápido, mas a agilidade não pode significar perda de qualidade.

O importante, em todo caso, é usar bons ingredientes para proporcionar uma experiência gastronômica incrível a todos os clientes. Se você pretende trabalhar com delivery, pense nos momentos que pedem aperitivos de consumo fácil e rápido, como reuniões de trabalho, festas infantis e outras ocasiões em que as pessoas tendem a transitar mais.

Isso vai orientar o tipo de embalagem para envio dos produtos, de modo que cheguem intactos à clientela. Também capriche na apresentação dos itens, registrando os snacks em vídeos e cliques que possam ser divulgados em diversos canais, como o site oficial e as redes sociais da sua empresa.

O snacking pode ser usado a favor do seu estabelecimento para ampliar as opções do menu, mas também pode ser a especialidade de um novo empreendimento. Assim como na elaboração de outros tipos de comidas, é crucial compreender as preferências dos consumidores para ofertar receitas que realmente agradem e deixem a sua marca na lembrança do público.

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Por iFood

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