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Social commerce: guia completo para vender mais pelas redes sociais

João BarcelosAutor: João Barcelos
Publicado: 05/01/2026
Atualizado: 06/01/2026

Se antes as redes sociais serviam apenas para divulgar pratos e fortalecer a marca, hoje elas também viraram um ponto de venda direto. O usuário descobre um restaurante no Instagram, escolhe o prato pelo WhatsApp e paga sem sair da conversa. Esse é o social commerce.

Trata-se de um modelo que une conteúdo, comunidade e compra em um único ambiente. 

Para negócios de alimentação, do pequeno bistrô ao delivery de bairro, essa dinâmica abriu uma porta inédita para atrair clientes de forma mais natural, com menos atrito e mais conversão. O resultado é simples: quem aparece bem nas redes vende mais.

O que é social commerce e como funciona?

O social commerce é a venda que acontece dentro das próprias redes sociais, sem exigir que o usuário saia do aplicativo para concluir o pedido. Isso significa que o caminho entre ver um prato e comprá-lo fica muito mais curto. 

Para restaurantes, essa lógica é extremamente vantajosa, já que a decisão de compra costuma ser rápida e emocional. 

Uma foto de um hambúrguer suculento, uma pizza saindo do forno ou um nhoque artesanal em vídeo já pode levar ao clique no botão Comprar, Pedir agora ou Enviar mensagem.

Esse modelo ganhou força por três razões principais. 

A primeira é o comportamento: as pessoas passam boa parte do dia navegando em feeds, assistindo Reels e conversando no WhatsApp

A segunda é a tecnologia: as plataformas criaram recursos específicos para compra, como catálogos, tags de preços, carrinhos internos e métodos de pagamento nativos. 

E a terceira é a confiança: o consumidor se sente mais seguro ao comprar em um ambiente que já faz parte da rotina.

Em restaurantes, o social commerce funciona como uma extensão do cardápio digital. O feed vira vitrine, as DMs viram balcão, o carrinho do Instagram vira caixa. Tudo acontece onde o cliente já está.

Quais as vantagens do social commerce?

A principal vantagem é a conversão rápida. Se o cliente descobre um prato e, no mesmo segundo, consegue pedir, a chance de desistência despenca. Restaurantes que atuam em delivery percebem isso com clareza: menos cliques significa mais pedidos.

O social commerce também fortalece o engajamento. Os conteúdos deixam de ser apenas informativos e passam a conduzir a uma ação. 

Um vídeo mostrando um prato novo, por exemplo, pode gerar curtidas, comentários, compartilhamentos e pedidos — tudo no mesmo fluxo.

Outro benefício importante é a prova social. Clientes postam stories, fazem vídeos curtos, mostram o pedido chegando e comentam a experiência. 

Isso funciona como uma validação poderosa, especialmente para negócios locais. Basta alguém do bairro elogiar um restaurante no Instagram para despertar o desejo em dezenas de seguidores.

Além disso, o social commerce reduz o custo de aquisição. Em vez de depender apenas de anúncios ou marketplaces, o restaurante usa a própria comunidade para gerar tráfego e vendas. 

O relacionamento direto com o público cria recorrência, e a recorrência diminui o gasto por cliente.

Por fim, existe a proximidade. Restaurantes (e negócios no geral) vivem de relação humana. E vender no ambiente onde as pessoas conversam e compartilham suas vidas reforça essa conexão. Torna a marca mais presente e mais lembrada.

Como começar a vender usando social commerce?

O primeiro passo é organizar uma vitrine digital clara nas redes sociais. Isso envolve boas fotos, vídeos que mostrem textura, cor e porção real, além de descrições curtas e apetitosas. O feed precisa comunicar o que você vende sem confusão.

Depois, crie um catálogo de produtos. No Instagram e no Facebook, use o Shopping; no WhatsApp, use o catálogo interno com preços, variações e fotos. Para restaurantes, isso substitui o cardápio PDF, que geralmente gera atrito.

O terceiro passo é garantir atendimento rápido. No social commerce, cada minuto conta. DMs e WhatsApp precisam de respostas imediatas. Bots ajudam, mas o toque humano ainda pesa na decisão de compra.

Inclua também formas de pagamento integradas. Links de pagamento, PIX, checkouts externos rápidos e integrações com plataformas como WhatsApp Pay encurtam o caminho até o pedido final.

Por fim, invista em conteúdos shoppables, vídeos e fotos com marcação de produtos. Mostre o prato, marque o item e deixe o cliente clicar. Prove receita, textura, ambiente, bastidores, montagem do prato. Quanto mais sensorial, melhor.

Quais redes sociais e formatos funcionam melhor para vender?

Vejamos quais são as redes e os formatos ideais. 

Instagram Shopping

É a plataforma mais completa para restaurantes. Oferece tags de preço, carrinho e integração com catálogos. Ideal para pratos fixos e campanhas sazonais.

Reels

Vídeos curtos funcionam muito bem para alimentos. A dinâmica mostra preparo, textura e variedade de forma irresistível. Reels com marcação de produto aumentam as vendas diretas.

TikTok

O TikTok cria desejo com velocidade. Restaurantes que exploram receitas rápidas, bastidores, embalagens criativas e humor costumam viralizar. O TikTok Shop, disponível em alguns mercados, tende a crescer ainda mais no setor de alimentos.

WhatsApp

É a rede mais forte para pedidos diretos. Catálogo, lista de transmissão e grupos funcionam como canais constantes de venda. Para delivery local, é imbatível.

Lives

Lives funcionam especialmente bem em datas específicas: lançamentos de pratos, promoções relâmpago, degustações guiadas, parcerias com chefs ou criadores locais. A interação ao vivo impulsiona compras por impulso.

Como usar influenciadores locais, UGC e comunidades para impulsionar vendas?

Influenciadores locais têm uma força enorme na gastronomia. Eles conhecem o bairro, frequentam os mesmos lugares e falam com um público que já confia neles. 

Quando um creator de bairro recomenda ou faz collab com um restaurante, a mensagem chega com autenticidade e reduz a hesitação do consumidor.

Além deles, o UGC (User Generated Content) transforma clientes reais em porta-vozes do restaurante. Vídeos mostrando o pedido chegando, stories da refeição, avaliações sinceras e fotos feitas na mesa criam um ciclo natural de indicação. 

Para incentivar isso, muitos restaurantes oferecem sobremesas, cupons ou reposts para quem publica conteúdo espontâneo.

As comunidades também fazem diferença. Grupos de moradores, páginas de bairro e perfis gastronômicos regionais concentram públicos que valorizam proximidade. Restaurantes que participam dessas conversas ganham relevância e lembrança de marca.

No fim, o objetivo é transformar a experiência do cliente em narrativa compartilhada. A comida vira conteúdo, e o conteúdo vira venda.

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Perguntas Frequentes

João Barcelos

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