Como funciona o Pix: guia completo sobre o sistema!

Como funciona o Pix e por que ele deve ser implementado no seu negócio? Saiba neste post!

Disponível há algum tempo, o Pix já deixou claro que veio para revolucionar o mundo das transações financeiras. O método rapidamente caiu no gosto dos brasileiros, e é fundamental que os empreendedores entendam como funciona o Pix.

É nítido, tanto para clientes como para donos de negócios, que o Pix é uma alternativa muito prática — principalmente quando comparado a modalidades que já existiam antes, como o TED e o DOC. O sistema, além de ter grande impacto sobre a experiência do cliente, pode trazer diversos benefícios para estabelecimentos.

Continue a leitura e entenda como funciona o Pix!

O que é Pix?

O Pix é um sistema de pagamentos instantâneo, desenvolvido pelo Banco Central do Brasil. Com ele, quando o emissor executa a operação, a conta de destino recebe o valor transacionado em cerca de 10 segundos.

Significado do nome

Muita gente tende a escrever “PIX” por ter a impressão de que o termo é uma sigla, mas não é o caso. Na verdade, “Pix” nada mais é que uma abreviatura de “pixel”, uma famosa unidade de medida digital. A escolha do nome foi uma referência ao caráter tecnológico dessa modalidade transacional.

Como funciona o Pix?

Transferências via Pix podem ser feitas em qualquer dia e horário — mesmo se for feriado ou fim de semana. Assim como outras modalidades, o Pix possibilita a emissão de recibo de pagamento. Quando a transação é efetuada, o sistema gera comprovantes tanto para o pagador como para quem recebe o valor. Isso é um ponto positivo em relação à confiabilidade do método nos negócios.

Sistema de Pagamento Instantâneo

O Pix tem como base uma infraestrutura chamada SPI, ou Sistema de Pagamento Instantâneo. Administrada pelo Banco Central, ela é a principal responsável pela agilidade no envio de valores. 

O SPI conta com duas categorias de participantes: diretos e indiretos. No primeiro grupo, estão as instituições que têm aval do Banco Central para operar, bem como a Secretaria do Tesouro Nacional.

Existem instituições de pagamento que não têm o aval do Banco Central para operar — nesse caso, o participante direto (como um banco ou fintech) faz o registro da instituição, inserindo-a no SPI. Isso caracteriza um participante indireto.

Chaves Pix

Tanto os bancos digitais como os físicos oferecem a opção de cadastro do usuário no Pix com uma chave, aleatória ou baseada em dados como:

  • número de telefone;
  • CPF ou CNPJ;
  • endereço de e-mail.

O usuário que deseja personalizar a chave escolhe uma dessas opções para cadastrá-la como um código associado à sua conta. Então, por exemplo, o proprietário de uma pizzaria que cadastrou seu número de celular como chave Pix pode apenas passar o número ao cliente, que o utiliza no aplicativo do banco para pagar seu pedido.

A chave aleatória funciona da mesma forma, mas ela é uma combinação de caracteres criada pelo sistema. Nesse caso, é só copiar e colar a chave para enviar ao pagador, ou colar o código recebido para enviar um valor a alguém.

QR code

Também há a opção de usar um QR code. Nesse caso, quem está para receber a transação disponibiliza o código para a outra parte, que usa a câmera do celular para escaneá-lo e seguir com o pagamento.

Um QR code estático permite tanto um valor fixo definido para determinado produto — como uma etiqueta — como a inserção manual do valor pelo pagador. Ele pode ser usado repetidamente. Já o QR code dinâmico, ideal para compras online, é único, exclusivo para cada transação.

Pix copia e cola

Outra opção, muito interessante para os comércios alimentícios, é o Pix copia e cola, que às vezes é confundido com a chave aleatória. Mas a diferença é: enquanto ela representa uma conta — e o valor deve ser digitado manualmente no ato da transação —, o Pix copia e cola é um código gerado automaticamente que já inclui o valor específico daquela transação.

O que mudou?

As transações via DOC ou TED, que eram as mais usadas antes, têm limites em relação ao valor e só estão disponíveis em dias úteis e em horário comercial. Então, o Pix chegou com diferenciais importantes e bastante atrativos.

Inicialmente, o Pix não tinha limite de valor. Contudo, o Banco Central implementou uma medida de segurança que envolve uma restrição em transações das 20 horas às 6 da manhã. Se uma pessoa quiser enviar dinheiro para outra nessa faixa de horário, o limite é de mil reais

Sobre isso, cabe a ressalva: muitos bancos não seguem essa norma do Banco Central. Na prática, os aplicativos oferecem ao usuário a possibilidade de colocar um limite, mas ele pode ser superior a mil reais. Em suma, a restrição tem um caráter de recomendação, na intenção de reduzir o risco de golpes, mas não é mandatória.

Quais as vantagens do Pix?

Com base no funcionamento do Pix, é possível notar que ele oferece vantagens a usuários e empreendedores. A seguir, confira algumas das principais!

Segurança

Além de muito rápido, o Pix foi desenvolvido para ser seguro. Nesse sentido, há quatro regras fundamentais:

  1. autenticação de usuário — por login, senha e biometria, por exemplo;
  2. tráfego seguro de dados com o auxílio de criptografia;
  3. rastreabilidade das transações: há a identificação de quem recebe o Pix. É um mecanismo usado para coibir fraudes e golpes;
  4. limitações de valor: a depender do perfil de usuário, há regras que podem limitar os valores transacionados.

Praticidade

Independentemente se o usuário é pessoa física ou jurídica, o Pix torna os pagamentos e transferências muito mais práticos. Para muita gente, isso dispensa a necessidade de andar com dinheiro na carteira.

Redução de custos

Para o empreendedor, o Pix elimina intermediários. Em uma venda no cartão de crédito ou débito, por exemplo, há agentes que ficam com uma pequena parte do valor pago pelo cliente. Com o Pix, isso não ocorre, aumentando a margem de lucro do negócio. 

Como utilizar esse meio de pagamento no estabelecimento?

O uso de APIs é de suma importância na adoção do Pix no estabelecimento alimentício. Na prática, é preciso ter várias formas de pagamento, e isso requer a integração com vários sistemas, de modo a facilitar, por exemplo, as conciliações bancárias e a gestão financeira do negócio. 

Usando boas APIs, o nível de satisfação do consumidor tende a ser maior, pelo fato de estar lidando com um sistema rápido de pagamento. Inclusive no ramo de delivery, implementar o Pix pode ser bastante benéfico, evitando problemas com troco, por exemplo, quando o cliente faz o pagamento na entrega.

Agora, você tem uma noção mais aprofundada de como funciona o Pix, sistema que realiza pagamentos e transferências em aproximadamente 10 segundos. Para que seu negócio se mantenha atualizado, é fundamental incluí-lo nas opções de pagamento, o que certamente vai agradar a muitos clientes.

Se você quer investir ainda mais em versatilidade nos meios de pagamento, entenda como funciona o vale-refeição!

Por iFood

Por iFood

6 respostas

    1. Oi, Beatriz! Temos uma equipe de suporte à disposição para te ajudar. Por se tratar de um assunto financeiro, é fundamental que nossa equipe analise o seu caso individualmente e dê uma orientação mais segura. Para acioná-lo, vá ao Portal do Parceiro, clique em “Chamados e ajuda” e logo depois em “Atendimento”.

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