Dia Mundial do Veganismo: por que vale a pena investir no nicho vegano?

Dia Mundial do Veganismo! Quer saber por que você também deveria conhecer a data? Confira neste post!

Em 1º de novembro é comemorado o Dia Mundial do Veganismo. Nesse dia, as pessoas veganas celebram seu estilo de vida. Diferentemente de quem tem uma dieta vegetariana, o veganismo vai além de não comer carne.

Essas pessoas também não consomem vestuário, cosméticos e até mesmo fármacos de origem animal. Buscam, sempre que possível, alimentos com certificação de origem e de produtores com práticas sustentáveis.

Entenda como surgiu o Dia Mundial do Veganismo e por que você deveria considerar a ideia de abrir o seu próprio estabelecimento alimentício vegano.

Qual a origem do dia mundial do veganismo?

O Dia Mundial do Veganismo foi criado em 1994 pela britânica Louise Wallis, presidente da Sociedade Vegana (The Vegan Society), com o intuito de celebrar o 50º aniversário da entidade. No início, o veganismo era apenas uma vertente de poucos dissidentes do vegetarianismo. 

O cenário já não é mais esse. Segundo a revista de tendências The Vou, em janeiro de 2021, o veganismo somava cerca de 79 milhões de adeptos pelo mundo.

Os veganos são pessoas que não consomem nada de origem animal ou feito a partir de exploração animal: carne, derivados do leite, mel, ovo, roupas de couro, produtos testados em bichos. A ideia desse estilo de vida é contribuir para um ambiente mais favorável para o bem-estar dos seres vivos, tanto individualmente quanto coletivamente.

Além disso, a filosofia vegana busca despertar a consciência de cada indivíduo para os impactos que determinados produtos e modelos de processos produtivos causam ao planeta.

Por que vale a pena investir em um restaurante vegano?

O primeiro motivo, para quem defende essa causa, é a consciência de não precisar trabalhar com animais abatidos de nenhuma espécie, sequer aves ou peixes. Isso pode ser bastante explorado, aliás, no Dia Mundial do Veganismo, como forma de conscientização de outras pessoas sobre o tema.

Outro ponto importante é a fidelidade dos clientes veganos. Afinal, toda refeição que fazem deve ser livre de qualquer item de origem animal, o que limita bastante suas opções de locais para comer.

Mercado em ascensão

O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) realizou uma pesquisa que apontou um número bem expressivo de vegetarianos no Brasil: aproximadamente 14% da população se dizia vegetariana em 2018. Isso corresponde a cerca de 29,2 milhões de adeptos. Em 2012, cerca de 8% da população se disse vegetariana.

Ainda que vegetarianos e veganos tenham dietas diferentes, os primeiros são mais inclinados a buscar esse tipo de cardápio, já que os dois públicos têm em comum o não consumo de carne.

Mudanças nos hábitos da população

A pesquisa citada no último tópico foi publicada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB). Segundo os dados apresentados, 55% dos entrevistados admitiram estar dispostos a consumir mais produtos vegetarianos.

Ainda segundo o estudo Panorama do consumo de orgânicos no Brasil 2021, em apenas 4 anos (2017 a 2021) houve um crescimento de 106% das pessoas que declararam ter consumido produtos orgânicos nos 30 dias anteriores à entrevista.

Portanto, há uma crescente em adeptos de consumidores de produtos saudáveis, o que é uma grande possibilidade para cardápios veganos, que costumam envolver variedades de hortaliças, cereais e proteínas que não sejam de origem animal. Isso pode ser muito bem aproveitado por quem está pensando em abrir um comércio.

Possibilidade de retornos mais elevados

Existe, ainda, a possibilidade de retornos elevados. Para o público vegano, o preço é um fator menos decisivo. É mais valorizado o produto completamente livre de crueldade animal.

Isso quer dizer que, ainda que alguns ingredientes substitutivos sejam mais difíceis de encontrar, e que itens naturais precisem estar sempre frescos, o que pode aumentar o custo, o “valor agregado” ao produto também é maior.

Ademais, carne é um ingrediente muito caro, e é possível fazer pratos saborosos e veganos com itens básicos, de produção local e muito comuns da rotina alimentar brasileira.

Como abrir um restaurante vegano?

Comece pesquisando bastante sobre o seu público. É importante saber qual tipo de produto os potenciais clientes preferem. Um exemplo: se existem muitas opções de restaurantes oferecendo refeições salgadas, e poucas com alternativas de doces e sobremesas, talvez seja o caso de focar na segunda opção.

Faça pesquisa de localidade

O ponto escolhido para abrir seu estabelecimento vegano é essencial para o sucesso do negócio. Primeiramente para se compreender se haverá, de fato, mercado para esse tipo de oferta na região em que se pretende atuar.

Além disso, é interessante que seja um local de fácil acesso para rotas das pessoas entregadoras. Afinal, estabelecer parcerias com aplicativos de entrega é fundamental se quiser ter maior visibilidade e alcance. Aplicativos de delivery de comida, como o iFood, vão ajudar muito no atendimento e entrega dos produtos, assim como na divulgação.

É a maneira mais prática de “aparecer” para seu público, principalmente em 1º de novembro, Dia Mundial do Veganismo, excelente ocasião para divulgar seu estabelecimento.

Conte com bons fornecedores

Ter alimentos orgânicos e naturais sempre frescos é muito importante. Diferentemente de carnes e laticínios, que simplesmente podem ser congelados, os ingredientes dos pratos veganos costumam ser mais sensíveis, por exemplo:

  • legumes e frutas;
  • hortaliças;
  • leites de grão;
  • cogumelos.

Crie uma estratégia de implementação e comunicação

Marketing para restaurante é uma estratégia utilizada para aumentar as chances de o seu empreendimento ser encontrado na internet, vender mais e conquistar clientes.

Com o marketing estratégico, as ações são planejadas em curto, médio e longo prazo, para obter o máximo de satisfação do cliente e a melhor margem de lucro possível. São aspectos do marketing estratégico:

  • produto (bem definido e que corresponda à descrição);
  • preço (baseado em custo, concorrência e percepção do valor do produto);
  • praça (ponto comercial);
  • promoção (divulgação).

Em seu planejamento, também precisará criar uma estratégia de marketing digital para que seu estabelecimento seja rapidamente encontrado na internet e se torne uma referência quando o assunto for comida vegana.

As redes sociais são fundamentais nesse processo, afinal, a comunidade vegana é muito engajada. Na data de 1º de novembro, Dia Mundial do Veganismo, por exemplo, as redes ficam repletas de imagens, vídeos e relatos de feiras, eventos e programações sobre o tema. Essa data deve ser muito bem trabalhada.

Tenha uma boa equipe e parceiros

Trabalhar com quem você confia é um privilégio. Invista na capacitação da equipe para que a qualidade do produto seja cada vez melhor. A conscientização sobre o estilo de vida vegano, a importância desse conceito para quem o segue e como isso deve ser levado a sério na cozinha é essencial. Ambiente e condições de trabalho também não podem ser esquecidos.

Os fornecedores também devem ser buscados com a mesma dedicação: devem ser preocupados com a origem dos produtos e ingredientes e devem estar muito cientes e bem informados sobre a proposta do seu estabelecimento alimentício.

O Dia Mundial do Veganismo é mais que apenas um momento para experimentar receitas novas. Vale a pena a reflexão sobre hábitos alimentares, saúde e bem-estar, e também sobre o que pode ser feito para mudar a realidade do comportamento de consumo no planeta.

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Por iFood

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