O cardápio é a principal ferramenta de comunicação com os clientes e, se você quer dar início ao seu próprio negócio, saber como montar um cardápio é fundamental.
Ele não é apenas uma lista de pratos, mas uma estratégia para incentivar o consumo e que, se elaborado de uma forma bem atrativa, tende a favorecer as vendas e aumentar o ticket médio dos clientes.
Para alcançar esse objetivo, é preciso investir em boas imagens e descrições que aguçam o desejo. Também, pensar em fatores como a especialidade da sua cozinha, as preferências dos clientes, o tempo de preparo dos pratos, a disponibilidade dos ingredientes, entre outros.
É verdade que existem vários detalhes que precisam de atenção, mas criar um cardápio não é difícil, e você vai aprender como fazer isso.
Continue lendo e confira os passos para elaborar o seu menu de modo que seja mais apresentável e eficiente.
O que é o planejamento de cardápio?
A etapa de planejamento é o processo de estruturação dos itens oferecidos pelo seu estabelecimento, e leva em conta fatores como público-alvo, identidade da marca, custos operacionais e estratégias de venda.
Um bom planejamento garante que o cardápio seja atrativo, rentável e viável para a operação do negócio.
Ao planejar o seu cardápio, é importante considerar não apenas os pratos e bebidas a serem oferecidos, mas também a sazonalidade dos ingredientes, o tempo de preparo e a experiência do cliente.
Além disso, um planejamento eficiente permite ajustar o cardápio periodicamente para acompanhar tendências e preferências do público.
Vamos abordar melhor todos esses fatores nos passos abaixo; acompanhe!
Qual deve ser a estrutura do cardápio
Não tem como montar um cardápio eficiente sem pensar na ordem de consumo dos alimentos.
Mesmo em uma refeição em família, por exemplo, as pessoas não começam comendo a sobremesa para depois servirem o prato principal, certo?
Pensando nessa lógica, você vai montar o cardápio considerando a ordem do estabelecimento como um todo.
É preciso pensar nos pratos que são servidos para que você possa organizar no menu de maneira que faça sentido para o cliente analisar e escolher.
Siga a ordem natural de consumo:
- comece com entradas, saladas e petiscos, pois são pratos leves e rápidos;
- em seguida, apresente os pratos principais e refeições mais elaboradas;
- depois, inclua as sobremesas, incentivando o cliente a finalizar a refeição com algo doce.
Também é importante posicionar os itens estrategicamente:
- se o prato principal for colocado logo no início do cardápio, o cliente pode não explorar o restante do menu, reduzindo a chance de pedidos adicionais;
- apresentar os pratos em uma sequência lógica aumenta a probabilidade de pedidos completos (entrada + prato principal + sobremesa).
Inclua também as bebidas no cardápio principal; caso seu estabelecimento não tenha um menu separado para bebidas, elas devem ser inseridas logo após os pratos principais e antes das sobremesas.
Atente-se também para organizar os itens em categorias! Agrupe os pratos de forma clara para facilitar a escolha, como por exemplo:
- frango (filé de frango, frango grelhado…);
- carnes vermelhas (bife, churrasco, costela…);
- peixes e frutos-do-mar (salmão, tilápia, camarão…).
Essa organização torna o cardápio mais intuitivo e melhora a experiência do cliente.
Como montar um cardápio? Veja 15 dicas para não errar
Hora de colocar a mão na massa e descobrir como montar um cardápio bem atrativo para o seu estabelecimento.
Confira os passos fundamentais nos tópicos a seguir.
1. Pense em diferentes perfis de consumidores
É essencial que o cardápio seja versátil e considere as preferências de diversos tipos de consumidores.
Em um único grupo de pessoas, encontram-se gostos diferentes, e um menu amplo pode favorecer seu estabelecimento.
Se o público-alvo é mais alternativo, por exemplo, uma boa ideia é trazer algumas opções mais excêntricas, já que esses clientes tendem a explorar novas experiências e descobrir coisas, apostando na variedade.
Um pedido feito em uma semana, não necessariamente vai ser repetido no mês seguinte ou quando ele retornar.
Já as pessoas com um hábito de consumo mais tradicional costumam repetir os pedidos.
Portanto, vale incluir alternativas que agradem a diversos públicos, considerando suas preferências, estilo de vida, restrições alimentares, etc.
2. Considere as restrições alimentares
Para que seu restaurante possa realmente ter um público amplo e fiel, é preciso atender não só os diferentes gostos, como as diferentes possibilidades de consumo.
Independentemente do segmento do seu negócio, é essencial considerar opções no cardápio que atendam pessoas com restrições alimentares, como:
- intolerantes à lactose;
- vegetarianos e veganos;
- alérgicos a frutos-do-mar;
- pessoas com sensibilidade ao glúten;
- pessoas que evitam o consumo de açúcar, entre outros.
Ainda que um desses pratos não seja compatível com a especialidade do seu restaurante, é válido considerar incluí-los para que você tenha preparo para atender grandes grupos de pessoas, em que pode haver diferentes exigências.
3. Destaque pratos estratégicos
É comum que em um restaurante haja um prato que seja o carro-chefe: a pizza mais pedida, o hambúrguer clássico ou a feijoada que faz sucesso no fim de semana.
Então, esse prato precisa de um destaque dentro do menu.
Uma forma de destacar o carro-chefe da casa é posicioná-lo em um espaço estratégico dentro do cardápio.
Opte por incluir os pratos mais pedidos nas primeiras posições, para ser a opção considerada pelo cliente logo no primeiro momento.
4. Valorize sua especialidade
Uma das principais escolhas na fase inicial de se montar um restaurante é sua especialidade.
Após essa definição, é hora de escolher os pratos que vão compor o cardápio, baseando-se no melhor que essa culinária oferece.
Se o seu estabelecimento for de comida argentina, por exemplo, não pode faltar a famosa parrillada ou uma boa empanada.
Já se seu segmento for o regional, que costuma atrair muitos turistas a depender da região escolhida, o menu vai depender da cidade em que o estabelecimento está; porém, pode-se também ser uma referência da região estando em outras localidades, como um restaurante com comida mineira em São Paulo.
Se a região de referência for a da culinária nordestina, por exemplo, as refeições incluem baião de dois, carne de sol e macaxeira frita no almoço; no café, vê-se bastante cuscuz com manteiga e tapioca com queijo.
Cada local tem sua particularidade e é essa especialidade que deve ser valorizada.
Já se os pratos doces e de confeitaria são os itens que sua cozinha tem maior afinidade, valorize-os e capriche em estética e sabor, dando o devido destaque. Aposte nas combinações que vão agradar seu cliente e proporcionar maior visibilidade ao seu negócio.
5. Estude o tempo de preparo dos pratos
Hoje em dia, o conceito de fast food não se aplica apenas a lanchonetes: muitas vezes, o cliente dispõe de poucos minutos para fazer uma refeição e depende da agilidade do restaurante no preparo e entrega da comida.
Então, se for um prato mais elaborado, que demanda muito mais tempo para ser produzido, é melhor evitar.
Isso não significa, porém, que esses itens devam ser excluídos do seu cardápio.
Caso você tenha um prato com muito tempo de preparo, analise a possibilidade de deixar algumas etapas do processo de preparo já adiantadas. Assim, quando receber o pedido, basta finalizar!
Mas essa operação deve ser avaliada com cuidado, a fim de não comprometer a qualidade ou a saúde do alimento.
6. Precifique com equilíbrio e estratégia
A precificação é um dos principais desafios e dúvidas de quem empreende, porém, uma vez que se entende como funciona, torna-se mais fácil adaptar-se ao seu estabelecimento e serviço.
É preciso considerar aspectos como:
- os custos diretos e indiretos;
- margem de lucro do seu negócio;
- mão de obra e vários outros.
Saindo-se bem nessa parte, as chances de seu faturamento aumentar, bem como de seu restaurante crescer, são maiores.
Essa etapa deve ser feita com calma, já que ela visa garantir que você não está oferecendo preços acima do mercado, nem abaixo: o ideal, sempre, é manter o equilíbrio na precificação para garantir seu lucro e, ainda, ser competitivo diante do mercado.
7. Ofereça combos
Você viu que uma das primeiras estratégias para saber como montar um cardápio é a maneira de distribuir os pratos oferecidos — isso porque o próprio cliente tende a escolher diversas opções do menu, em vez de pedir apenas a refeição principal.
Oferecer somente os pratos separados pode reduzir de forma significativa o ticket médio.
O que você pode fazer para driblar essa questão é trabalhar com combos, oferecendo mais opções em um mesmo pacote, com valores atrativos.
O combo pode incluir, por exemplo, alternativas de acompanhamento, bebidas e sobremesas.
Assim, o cliente vai consumir mais e terá a sensação de estar em vantagem, já que os pratos separados têm um valor mais alto.
Saiba no vídeo como montar combos com Coca-Cola na página do seu restaurante no iFood:
8. Considere pratos adequados para o delivery
Quando se inclui a alternativa da entrega, a gestão do restaurante precisa considerar o que a mudança demanda, como:
- tempo de preparo;
- operação do delivery;
- conservação do pedido;
- materiais mais resistentes, se possível em embalagens sustentáveis.
Considere os critérios do prato, da apresentação e do preparo para entender se o alimento é adequado para o delivery.
Se você tem um prato que deve ser consumido imediatamente após o preparo, talvez não seja uma boa opção vendê-lo fora do seu salão.
A boa notícia é que há diferentes nichos propícios para o delivery que estão em alta.
9. Garanta boas fotos
Você já ouviu falar que as pessoas “comem pelos olhos”?
Essa expressão é um senso comum para dizer que a apresentação dos pratos é um importante fator na construção da relação da pessoa com a comida.
Se a aparência não agradar, dificilmente o pedido vai acontecer; por isso, é essencial caprichar nas fotografias na hora de montar o cardápio.
Elas são a principal maneira de atrair a atenção das pessoas para os seus pratos.
Aproveite ao máximo a iluminação, monte um cenário agradável para compor a apresentação da comida e grave a imagem em boa qualidade. A partir daí, a tendência da pessoa fechar o pedido é muito maior.
Vale lembrar que fotos de qualidade e bem nítidas também podem impulsionar as promoções do seu cardápio, colocando-o em listas privilegiadas no iFood.
Por exemplo: ao caprichar nas fotos, seu cardápio pode se destacar em promoções como “Só no iFood com até 50%“.
Portanto, invista na qualidade visual do seu cardápio para atrair mais clientes e aproveitar ao máximo as oportunidades oferecidas pela plataforma.
10. Valorize o prato com uma boa descrição
Uma atenção importante na hora de montar o seu cardápio é elaborar uma descrição cuidadosa para apresentar todos os ingredientes que estão envolvidos no produto.
Mas, para além de uma lista de ingredientes, esse é o espaço que você pode explorar para promover a experiência que os seus clientes terão com os seus produtos.
Nesse momento, é preciso contar com a criatividade e construir um texto persuasivo; evite falar apenas os ingredientes e, o mais importante, transmita no texto a sensação do prato.
Lembre-se de que, assim como fotos nítidas, a descrição também pode impulsionar o seu negócio a entrar nas listas de promoções do iFood.
Ao criar descrições que destacam as experiências sensoriais, você aumenta a atratividade do seu cardápio e cria oportunidades adicionais para se destacar na plataforma.
11. Crie iscas para o usuário
Todo estabelecimento, ao montar seu cardápio, deve ter uma isca estratégica para reter seus clientes.
Essa isca pode se manifestar através de itens econômicos, criando uma entrada atrativa para os usuários.
Considere incluir opções acessíveis que despertem o interesse do cliente, funcionando como uma introdução atraente ao seu cardápio mais amplo.
Invista na criação de iscas estratégicas que não apenas atraiam, mas também conquistem os clientes, tornando-se uma parte essencial da experiência do seu cardápio.
12. Faça a hierarquização dos produtos
Ao montar o seu cardápio, uma estratégia eficaz é realizar a hierarquização dos produtos, começando pelos mais baratos e deixando os itens mais caros para o final.
A ideia aqui é cativar o público desde o início, oferecendo opções acessíveis que incentivam a exploração mais aprofundada do cardápio.
Considere a inclusão de uma categoria de destaques, destacando os produtos mais baratos para chamar a atenção dos clientes.
Por exemplo, crie categorias distintas, como “Burger Econômico”, apresentando lanches mais simples e hambúrgueres menores, e “Clássicos Burger”, com elementos diferenciados, como pães especiais.
13. Considere a sazonalidade
Se você já está no mercado há algum tempo, deve ter reparado que existem sazonalidades no consumo.
É bastante natural que nos meses mais quentes os clientes prefiram os pratos frios e leves, e quando as temperaturas estão mais baixas escolham aqueles mais encorpados e quentes.
Sendo assim, é importante pensar na sazonalidade para você elaborar o seu cardápio.
Inclusive, existem estabelecimentos que trabalham com duas opções diferentes, uma para as estações mais quentes e outra para as estações mais frias.
Você também pode trabalhar dessa forma, ou já estabelecer alterações periódicas no menu, considerando os pratos mais consumidos pelo seu público-alvo em cada época do ano.
Lembrando também que existem aquelas datas especiais, como as festas juninas e o Natal — por que não montar um cardápio com comidas típicas nessas épocas do ano? Inclusive para trabalhar com algo diferenciado e atrair ainda mais os clientes.
Lembrando que isso requer não só a organização do cardápio, mas da cozinha como um todo.
14. Desenhe o layout do cardápio
Não tem como montar um cardápio interessante sem acrescentar algumas imagens, concorda? Elas são fundamentais, afinal, como você viu, as pessoas acabam comendo com os olhos.
Ver o prato pronto chama muito mais a atenção do que apenas ler a descrição dele.
Mas aqui não estamos falando apenas de fotografias, e sim do layout do menu: isso envolve a maneira como as listas de pratos serão distribuídas, a posição das imagens, os gráficos, enfim, todo o visual do cardápio, para que ele fique organizado e bonito.
A estética faz toda a diferença!
Uma vez que existe capricho na hora de elaborar o menu, o cliente tem uma boa impressão do estabelecimento, e isso tende a valorizar ainda mais os pratos oferecidos ali.
Procure desenhar esse layout pensando no modo como as informações ficarão distribuídas; faça mais de um, compare e analise pelos olhos do cliente aquilo que pode funcionar melhor.
15. Escolha o tipo de cardápio: físico ou digital?
Oferecer o menu físico para os clientes tem lá o seu charme; inclusive, muitos preferem dessa forma em função da tradição e experiência vivenciadas.
Mas o cardápio digital é uma opção bastante versátil, menos custosa e mais prática. Basta compartilhar com os clientes um QRCode, por exemplo, para que eles tenham acesso às opções do menu sem a necessidade de solicitar ao garçom a entrega de uma peça física.
Por isso, essas duas alternativas continuam sendo muito válidas.
A escolha vai depender daquilo que faz mais sentido para o seu estabelecimento e que esteja bem alinhado com as preferências do seu público, afinal, os mais jovens são aqueles que preferem mais usar o digital.
Portanto, é uma escolha bastante particular e até mesmo uma questão de conferir o que funciona melhor.
De toda forma, existem estabelecimentos que trabalham com as duas alternativas, com algumas cópias do cardápio físico e as mesas com QRCode para consulta digital.
Mas o Sebrae alerta: “os cardápios digitais demandam internet e, para utilizar o formato, é importante garantir um serviço de qualidade no estabelecimento”.
Lembrando, ainda, que não tem como montar um cardápio assim apenas digitalizando o menu físico tirando fotos das páginas: o ideal é ter uma estratégia e um layout diferente para cada, já que estamos falando de formatos distintos.
Então, se você for trabalhar com essas duas opções, lembre-se de organizar de uma forma específica para cada.
4 ferramentas que podem ajudar a montar um cardápio
A montagem de um cardápio é possível utilizando algumas ferramentas online — e, nesse caso, a escolha vai depender daquilo que você precisa.
A intenção é buscar inspiração para fazer as descrições ou você quer uma solução para elaborar um belo layout?
Veja o que pode ser utilizado para desenvolver o seu menu:
1. ChatGPT
O ChatGPT é uma das melhores ferramentas a ser recorrida nos momentos em que falta criatividade para elaborar boas descrições.
Para isso, dê as orientações para a ferramenta sobre:
- o que você espera do texto (ex.: faça uma descrição do meu Smash Burger, que será inserida no cardápio da minha hamburgueria. A descrição deve trazer os ingredientes, valorizar o produto e conquistar o cliente);
- qual o tamanho do texto, em número de palavras ou caracteres (o texto deve conter entre 300 e 400 caracteres);
- Dê as informações técnicas (o Smash Burguer leva pão de brioche, carne defumada, queijo e bacon).
Agora é só deixar a ferramenta trabalhar!
2. Canva
Nem todo mundo sabe, mas tem como montar um cardápio no Canva.
Essa ferramenta é bastante utilizada para fazer postagens para as redes sociais e elaborar criativos para anúncios pagos, mas também tem modelos de menu.
A vantagem é que é grátis, e você pode acessar online!
É possível escolher os modelos e fazer as suas próprias combinações, editando os layouts para que eles fiquem totalmente personalizados; depois é só fazer o download da arte.
3. WhatsApp Business
O WhatsApp não é só uma ferramenta de atendimento: escolhendo a versão Business, você consegue utilizar o recurso de catálogo dentro do app para funcionar como um cardápio.
É uma boa alternativa porque também se trata de uma funcionalidade gratuita, e dá para colocar imagens, descrições e o preço.
4. Adobe Express
Essa ferramenta tem a mesma proposta do Canva: você pode utilizar templates para criar os menus personalizados em questão de minutos.
É outra opção gratuita e que não exige o cadastro do cartão de crédito para começar.
Dá para usar online, tanto pelo computador quanto por dispositivos móveis, utilizar as suas fotos próprias ou de um banco de imagens, e deixar o menu do jeito que precisa.
Em seguida, baixe a arte para dentro do seu dispositivo para compartilhar ou imprimir.
Quando ajustar o cardápio?
Não existe uma regra para fazer essas mudanças, dependendo das alterações pelas quais o cardápio passou.
Por exemplo, se:
- foram criadas novas receitas;
- você vai trabalhar pensando na sazonalidade;
- houve substituição de algum tipo de ingrediente;
- existem pratos que já não estão sendo mais servidos.
Também é interessante dar uma renovada no cardápio periodicamente, mesmo que não haja grandes mudanças.
Isso porque uma alteração no visual pode melhorar a experiência do cliente e fazer com que os pratos chamem ainda mais a atenção.
Dicas para ter um cardápio mais atrativo no iFood
O iFood é uma excelente ferramenta para aumentar a visibilidade do seu cardápio e facilitar os pedidos!
Para ganhar ainda mais destaque na plataforma com o menu do seu estabelecimento, algumas boas dicas podem ajudar:
Montar um cardápio que desperte o interesse é uma tarefa bastante importante para o seu restaurante — e, além dele, é essencial também pensar em meios de tornar seu estabelecimento mais visto e atrativo para conquistar novos clientes.
Tenha em mente que o cardápio iFood ideal é enxuto, retentivo e eficiente em vendas. Ele deve ser claro para não gerar dúvidas, oferecer preços para todos os gostos, e contar com descrições completas e fotos que transmitam clareza e desejo para impulsionar as vendas.
Agora que você já sabe como montar um cardápio, está na hora de intensificar as vendas do seu restaurante. Cadastre-se no iFood e transforme sua jornada empreendedora!
Perguntas frequentes sobre como montar um cardápio
Qual a melhor estrutura para um cardápio?
O ideal é seguir a ordem natural de consumo dos alimentos:
- entradas, petiscos e saladas;
- pratos principais;
- acompanhamentos;
- sobremesas;
- bebidas (caso não haja um menu específico para elas).
Quantos itens um cardápio deve ter?
Depende do tipo de estabelecimento, mas a recomendação é evitar excessos. Um menu muito extenso pode confundir o cliente e dificultar a operação da cozinha. O ideal é ter variedade sem perder a especialidade do restaurante.
Como definir os preços do cardápio?
Os preços devem levar em conta:
- custo dos ingredientes;
- preços da concorrência;
- mão de obra e operação;
- margem de lucro desejada;
- valor percebido pelo cliente.
O design do cardápio faz diferença?
Sim! Um cardápio com um bom visual ajuda na experiência do cliente e pode aumentar as vendas. Algumas dicas incluem:
- usar imagens de qualidade (mas sem exagero);
- criar uma disposição intuitiva, facilitando a leitura;
- destacar pratos mais lucrativos com cores ou fontes diferenciadas.
Quais cores são as mais adequadas para um cardápio?
As cores podem influenciar o apetite e a percepção dos clientes, e algumas opções recomendadas são:
- laranja: gera sensação de aconchego e dinamismo;
- verde: transmite frescor e está associado a alimentos saudáveis;
- vermelho e amarelo: estimulam o apetite e são comuns em fast foods;
- preto ou tons sóbrios: indicam sofisticação e elegância, sendo ideais para restaurantes gourmet;
- marrom e tons terrosos: passam a ideia de rusticidade e aconchego, ideais para cafés e restaurantes caseiros.
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